Blocos do programa

O Cult 22 é apresentado por meio de blocos musicais ou quadros/seções fixas (em ordem alfabética):

» Agenda Cult 22 – Criado em 1998, traz informações sobre shows, festas e outros eventos ligados ao rock/pop em Brasília. Devido a curta duração inicial do Cult 22 Transamérica, ficou arquivado. Mas desde agosto de 2015, quando o programa passou novamente a ter duas horas, voltou a ser apresentado.

» Aniversariantes – Não chega a ser um quadro instituído, com vinheta, como os demais. Normalmente é um bloco (ou uma música) homenageando alguns aniversariantes da semana do rock de todos os tempos na abertura do programa. Essas “homenagens” também podem aparecer diluídas em outros quadros do programa.

» Arquivo Cult – O quadro é uma espécie de discoteca básica do rock and roll. Criado em 1995, seleciona um grande disco do gênero e conta um pouco da história dele, além de tocar algumas de suas faixas.

» Brasília Connection – Criado em 2003, nasceu como uma variante do Cult Brasil e tem como objetivo tocar exclusivamente o rock independente do Distrito Federal. Entre abril de 2010 e dezembro de 2011, ainda na Cultura FM, foi produzido e apresentado pela jornalista Bruna Sensêve com o objetivo de resgatar a história do rock local. Voltou em dezembro de 2013 com a própria Bruna na versão Transamérica FM e permaneceu na volta à Cultura FM. Em maio de 2020, Bruna deixou o comando do quadro, que passa a ser somente para lançamentos brasilienses e continua como a coluna de videoclipes do blog Cult 22.

» Cine Cult – Criado em 2006, toca trilhas sonoras de filmes que dizem respeito ao universo do rock ou que tenha rock na trilha, de lançamentos a coisas do passado. Inicialmente teve produção e apresentação da jornalista e colaboradora Taís Rocha. De setembro de 2015 a outubro de 2019 quem produziu e apresentou foi a fotógrafa Lyanna Soares.

» Comum de Dois – Músicas de mesmo nome, mas de origens diferentes. Este quadro surgiu com o programa, em 1991.

» Cult Brasil – O grande espaço para o rock alternativo nacional. Fitas-demo, lançamentos de CDs independentes ou revival de discos independentes do passado. Criado em outubro de 1996, foi uma ampliação do antigo Cult Demo, que existia desde 1992. Já teve como produtores e apresentadores ex-colaboradores como Victor Ribeiro, Rodrigo Ribeiro e Bianca Monteiro. De fevereiro de 2009 a dezembro de 2011 o quadro esteve sob o comando da jornalista Alê Braz dos Santos, que voltou a produzi-lo entre janeiro de 2017 e dezembro de 2018. Em janeiro de 2021 se tornou um programa independente da Radioweb Cult 22 (www.cult22.com), no ar todas as terças-feiras, das 20h às 21h.

» Cult Cover / Versão Original – Também criado com o programa, em 1991, toca covers ou a versão original (se a cover for mais conhecida) de canções do pop e do rock de todos os tempos.

» Cult Entrevista – Bate-papo com artistas/bandas locais, nacionais e internacionais. Ao longo dos anos, o programa já entrevistou os principais nomes da cena do rock nacional e alguns importantes nomes internacionais. O quadro surgiu em 1992.

» Cult Lançamento – Existe desde a criação do programa, em 1991. Mostra os lançamentos de rock de artistas ou bandas ligados às gravadoras, internacionais ou nacionais, com informações sobre o artista/banda e seu novo trabalho.

» Cult Ouvinte – Criado em 1992, atende aos pedidos musicais dos ouvintes, inicialmente feitos por carta e depois por e-mail ou sms. Na atual versão da Cultura FM aparece com participações ao vivo dos ouvintes e/ou pedidos pela fanpage facebook.com/cult22

» DNA – Surgiu em 2004. Trata-se de um bloco que conta/toca um pouco da “árvore genealógica” da história do rock. Tipo: o cara que se projetou em uma banda e saiu para seguir em carreira solo ou formou outra banda e/ou vice-versa.

» Honky Tonk – Criado em 2015, o quadro produzido e apresentado pelo jornalista Bernardo Scartezini toca bandas “velhas” ou atuais – mas que têm sonoridade das antigas.

» Ideia Nova – O outrora programa comandado por Carlos Marcelo tornou-se, em 2001, um quadro do Cult 22 para tocar os lançamentos do indie rock internacional dos anos 1990/2000 em diante, com produção e apresentação do jornalista Abelardo Mendes Jr..

» Jam Session – Criado em 1998, o quadro mostra grandes encontros da história do rock, seja em gravações oficiais, piratarias ou raridades, ao vivo ou em estúdio.

» Lado C – Criado em 2014, na versão Transamérica FM, o quadro mostra bandas obscuras ou esquecidas com a produção e apresentação de Octávio Schwenck Amorelli.

» Metal Attack – Surgido na temporada 2004, é um bloco dedicado ao heavy metal em variadas vertentes, com produção e apresentação de Welbert Rabelo.

» Nome aos Bois – Outro quadro nascido com o programa, em 1991, mostra semelhanças musicais, desde plágios descarados até coincidências inusitadas.

» Ontem e Hoje – Criado em 1998, mostra duas fases distintas de um artista ou banda. Uma espécie de “antes e depois da fama”.

» Sabotagem – Criado em 2001, toca hardcore e metal underground, sob o comando do produtor Djalma Maia, o Phú.

» Trocando a Língua – Criado em 2006, toca o rock e o pop cantado em outras línguas estrangeiras que não o inglês: francês, italiano, espanhol, alemão, japonês, etc. O quadro marcou por um breve período a volta de Victor Ribeiro, que estava fora do programa desde dezembro de 2000. Ao longo de 2019 foi produzido e apresentado pela fotógrafa Lyanna Soares.

» Vulva – Estreou em maio de 2020. A jornalista Bruna Sensêve recriou o quadro que toca o rock de bandas lideradas (ou formadas) por mulheres e/ou de cantoras solo a exemplo do que já tinha rolado, de 2008 a 2012, com o “Ruído Rosa” comandado por Penny Lane.

Quadros já extintos (ou de “Quarentena”)

» Caixa Preta – O quadro mais tradicional, que existia desde a criação do programa, em 1991, foi arquivado por quase quatro anos devido ao tempo em que o Cult 22 ficou fora do ar somado à curta duração inicial da versão Transamérica. Voltou em agosto de 2015 com o aumento para duas horas. A produção selecionava trechos de uma determinada música e tocava para que o ouvinte descobrisse o nome da música e quem estava tocando. Valendo prêmios diversos (CDs, DVDs, camisetas, adesivos, ingressos para eventos e/ou outros brindes). Se ninguém acertasse o “segredo da Caixa Preta”, o prêmio ficava acumulado para a semana seguinte. Sempre no final do programa a música era tocada na íntegra. A partir de 2018 o quadro novamente entrou em recesso, já que as novas tecnologias passaram a facilitar o reconhecimento automático das músicas.

» Cult Pirata – Surgido com a criação do programa, em 1991. O quadro tocava gravações raras e piratas de artistas/bandas consagrados – normalmente shows inéditos ou registros em demo. De maio de 2001 a maio de 2002, surgiu outra variante: o Cult Pirata Virtual, produzido e apresentado pelo ex-colaborador Rodrigo Ribeiro. Como hoje as “raridades” se tornaram mais comuns com a Internet, o quadro perdeu a razão de existir.

» Desafio Cult – Criado no final de 1997, o quadro tinha por objetivo formular uma pergunta ou uma charada sobre conhecimentos gerais da história do rock and roll valendo prêmios. Também foi arquivado.

» Enquete – Surgida na temporada 2003, era uma interação entre o site oficial e o programa. No início de cada semana era proposta, no site, uma enquete aos internautas/ouvintes para que votassem entre músicas do rock (geralmente girando sob o mesmo tema e/ou estilo). A mais votada abria o programa na sexta-feira seguinte. Também foi arquivado.

» Equação Derivada – Foi uma novidade da temporada 2007. Mostrava as influências e/ou referências (sonoras ou de atitude) de uma banda da atualidade. Também foi arquivado.

» Mundo Rock – Criado em março de 2000, trazia semanalmente informações e novidades sobre o mundo do pop/rock (lançamento de discos, turnês, curiosidades, fofocas, etc), sempre finalizado com música(s) de algum(ns) dos artistas/bandas comentados. Devido à curta duração na Transamérica, o quadro foi arquivado no Cult 22. Tornou-se – entre outubro de 2013 e junho de 2014 – um programa próprio, com duas horas de duração, produzido e apresentado por Marcos Pinheiro na Rádio Federal. Depois virou outro programa, na Rádio Cultura FM, no ar de janeiro de 2016 a janeiro de 2019. A partir de junho de 2019 passou a ser transmitido pela Radioweb Cult 22 (www.cult22.com) e Rádio Eixo (www.radioeixo.com.br). A partir de novembro de 2019 também passou a ser veiculado pelas rádios Federal (www.radiofederal.com.br) e Rock Online (www.radiorockonline.com.br) – que saiu do ar em agosto de 2020. E em outubro de 2020 foi também para a Rádio Rock Capital (www.rockcapital.rocks)

» Noite Cult – Criado em 2006, o quadro era uma “invasão” do Cult 22 nos eventos roqueiros que estavam rolando na sexta-feira à noite. Ao vivo, pelo telefone, entrava no ar do local entrevistando bandas e público e dando aos ouvintes o “clima” de como estava o evento. Participaram as jornalistas Gisela Blanco e Karla Freire e, por último, o locutor/apresentador e produtor Lelo Nirvana.

» Qual é a Boa? – Criado em 2014, na versão Transamérica FM, desenvolvia uma sequência musical a partir de um tema livre específico produzido e apresentado por Nina Puglia até outubro de 2018.

» Rock Brasil S/A – Foi uma novidade da temporada 2007, que marcou a volta ao programa de Alex Podrão, acompanhado pelo produtor Vantuil Pegado. Diferente do Cult Brasil, o quadro contava a história de uma determinada banda ou artista e seus desdobramentos. Ficou no ar até dezembro de 2008.

» Ruído Rosa – Foi uma novidade do final da temporada 2008. Começou em novembro com duas produtoras, Alê dos Santos e Penny Lane, mas passou, em fevereiro de 2009, a contar apenas com Penny Lane. O bloco tinha por objetivo tocar o rock de bandas lideradas (ou formadas) por mulheres e/ou de cantoras solo. Foi ao ar até dezembro de 2011.

» Sala de Stars – Estreou em julho de 1999 com o objetivo de trazer convidados ilustres que, além do bate-papo, tinham o direito a selecionar suas seqüências musicais. Com os novos quadros criados em 2001, ficou “congelado” devido ao excesso de colaboradores. Voltou em 2006 com o aumento do programa para três horas de duração. Mas foi arquivado de novo.

» Senhor F – Surgido na temporada 2001, o quadro tocou curiosidades e coisas do “arco da velha” do rock nacional e internacional, com a produção e apresentação do jornalista Fernando Rosa. Em novembro de 2005, o quadro virou programa próprio na Rádio Cultura FM, que ficou no ar semanalmente todas as quintas-feiras, até janeiro de 2011.