Porão do Rock 2010: ordem dos shows

A produção do Porão do Rock anunciou oficialmente a ordem dos shows da edição deste ano, que rolará no dia 11 de setembro (sábado), no estacionamento do Ginásio Nilson Nelson. O Palco 1, ainda sem nome, terá 12 atrações do rock pesado (heavy metal, hardcore e derivados). O Palco 2, também sem “batismo”, reunirá 11 nomes do rock, rockabilly, psychobilly e punk. E o terceiro palco, chamado Chilli Beans, terá 10 bandas de estilos diversos, do indie e pop às misturas com eletrônica, MPB e black music, com direito à participação do rapper GOG, última atração a ser anunciada pelo festival.

Vale lembrar que o Porão novamente terá entrada franca, mas mediante a retirada antecipada de ingressos em lojas da rede Chilli Beans (localizadas em vários shoppings) e em alguns points do rock no DF. O bilhete também pode ser impresso pelo site oficial. No dia 11 é obrigatório que cada pessoa leve 1kg de alimento não-perecível para ser entregue na portaria do evento. A classificação etária é 16 anos. Quem tiver menos idade, deve ir ao festival acompanhado por pai ou responsável maior de 18 anos.

A ordem dos shows:

Palco 1Shows a partir das 17h
Mork (DF)
Zilla (DF)
Estamira (DF)
Death Slam (DF)
Mindflow (SP)
André Matos (SP)
Dynahead (DF)
Korzus (SP)
x Lost in Hate x (DF)
Deceivers (DF)
Gangrena Gasosa (RJ)
Musica Diablo (SP)

Palco 2Shows a partir das 17h30
The Squintz (DF)
Filhos da Judith (RJ)
Tributo a Led Zeppelin (DF)
Trampa (DF)
Sick Sick Sinners (PR)
Los Primitivos (Argentina)
Autoramas (RJ)
The Right Ons (Espanha)
Darshan (DF)
Mechanics (GO)
The SuperSuckers (EUA)

Palco Chilli BeansShows a partir das 18h
Cassino Supernova (DF)
Watson (DF)
Mombojó (PE)
Soatá (DF)
GOG (DF)
Pato Fu (MG)
Zémaria (ES)
She Wants Revenge (EUA)
Enema Noise (DF)
Galinha Preta (DF)

Mozburger, a rede de fast food do Morrissey

Fonte: The Dan Ryan, um grupo de comédia de Nova York

Estamira e Lost in Hate ganham em Taguá

O line up do Porão do Rock 2010 está dependendo de apenas uma atração para ficar 100% completo. Na noite deste domingo (29/8), a Seletiva Taguatinga definiu vagas para mais duas bandas do Distrito Federal: Estamira e Lost in Hate, eleitas – por unanimidade de jurados e plateia – primeira e segunda colocadas no evento, que lotou o América Rock Club.

A ânsia do público em querer conferir os shows de graça, ainda mais tendo o Matanza (RJ) como banda de encerramento, gerou tumulto na portaria da casa. Por volta das 20h30 tinha muita gente do lado de fora. Lá dentro a pista estava abarrotada. Diante da insistência de parte da galera em entrar a todo custo, e de um grupo de vândalos querendo tumultuar, houve discussões e briga feia com os seguranças – um deles saiu ferido por uma garrafada -, que só foi amenizada pela presença da polícia.

Com os ânimos serenados, a Seletiva prosseguiu normalmente e muitos assistiram o show do Matanza, com 1h20 de duração, encostados na cerca do lado de fora aproveitando o portão da casa que ficou aberto.

A programação foi aberta novamente às 18h com a convidada 10Zer04 mostrando o novo show, com repertório baseado no segundo disco, Hystera, lançado oficialmente há menos de dois meses. A Lost in Hate foi logo a primeira banda concorrente a se apresentar e mostrou seu hardcore feroz, abrindo imensas rodas de pogo na pista já entupida de gente.

Sexta banda na sequência, o Estamira, formado por cinco mulheres, levantou a galera pelo som violento e impressionou pelo vocal gutural, quase masculino, de Ludmila Gaudad (ex-Poena). Também participaram, pela ordem, Bonecas de Trapo, Violeta, Yacoby, Besouro do Rabo Branco, Valdez e O Verde, promovendo a disputa mais acirrada entre as três seletivas realizadas este ano pelo Porão.  Era meia-noite quando o Matanza se despediu do palco, saciando a sede dos fãs insanos.

Assim, Enema Noise e The Squintz (Plano Piloto), Darshan e Zilla (Planaltina), Estamira e Lost in Hate (Taguatinga) foram as seis classificadas pelas três seletivas. E o festival está com as seguintes bandas definidas, por enquanto:

Internacionais (4): She Wants Revenge (EUA), The SuperSuckers (EUA), Los Primitivos (Argentina) e The Right Ons (Espanha).

Nacionais (12): André Matos (SP), Autoramas (RJ), Filhos da Judith (RJ), Gangrena Gasosa (RJ), Korzus (SP), Mechanics (GO), Mindflow (SP), Mombojó (PE), Música Diablo (SP), Pato Fu (MG), Sick Sick Sinners (PR) e Zémaria (ES).

Distrito Federal
(16): Cassino Supernova (DF), Darshan (DF), Death Slam (DF), Deceivers (DF), Dynahead (DF), Enema Noise (DF), Estamira (DF), Galinha Preta (DF), Lost in Hate (DF), Mork (DF), Soatá (DF), The Squintz (DF), Trampa (DF), Tributo a Led Zeppelin (DF), Watson (DF) e Zilla (DF).

Até amanhã (31/8), a organização promete anunciar o 33° nome e fechar totalmente a programação.

Darshan e Zilla também vão pro Porão

Darshan e Zilla são mais duas bandas do Distrito Federal classificadas para o Porão do Rock 2010, previsto para o dia 11 de setembro, no estacionamento do Ginásio Nilson Nelson. Elas foram as vencedoras da Seletiva Planaltina, realizada na noite de sábado (28/8), na Praça do Estudante, em evento que contou com a presença de mais de 1.200 pessoas.

Com um estilo death metal melódico, o Zilla foi a terceira banda a se apresentar e terminou como a mais votada pelo público e segunda colocada entre os jurados. Já o Darshan, que mistura elementos do grunge com rock atual, foi o sexto no line up sendo avaliado como o melhor entre os jurados e vice-campeão popular.

Também participaram da Seletiva as bandas Homem Carta, Golpe de Foice, Arsênio 5A, Mallak, Lótus Negro e Jazahu. A Seletiva teve início às 18h com show do Gilbertos Come Bacon. E o encerramento, por volta das 22h40, foi do Raimundos, que botou a galera de Planaltina para “pogar” forte e levantar o poeirão.

Hoje (29/8) rolará a Seletiva Taguatinga, a partir das 17h, no América Rock Club (QS 3, Pistão Sul), com as concorrentes Lost in Hate, Bonecas de Trapo, Violeta, Yacoby, Besouro do Rabo Branco, Estamira, Valdez e O Verde. A abertura é do 10Zer04 e o encerramento do Matanza (RJ). De graça!

Música de graça (para vários gostos)!

Você sabia que neste fim de semana (27 a 29 de agosto) Pitty, Detonautas, Blitz, Raimundos (duas vezes), Matanza, Nando Reis e Marcelo D2 – e também Latino, Alcione, Falamansa, Mastruz com Leite, Alexandre Peixe, Araketu, Raça Negra e Wando (!), entre muitos outros – tocarão de graça em alguns pontos do Distrito Federal? E que Capital Inicial, Plebe Rude, CPM 22, Cine, Hevo84 e Lu Alone também fariam o mesmo, mas o evento foi adiado?

Pois vamos aos detalhes. O Matanza (RJ) é a atração de encerramento da Seletiva Taguatinga do Porão do Rock, que rolará no domingo, a partir das 17h, no América Rock Club (QS 3, Pistão Sul). A casa certamente ficará pequena para os fãs da banda carioca de countrycore. O evento, com entrada franca (mediante lotação), terá oito bandas locais na disputa por duas vagas no festival – Lost in Hate, Bonecas de Trapo, Violeta, Yacoby, Besouro do Rabo Branco, Estamira, Valdez e O Verde – e abertura do 10Zer04. É bom chegar cedo, óbvio!

Na véspera, a “caravana do Porão” desembarcará na Praça do Estudante de Planaltina (DF) – comemorando o aniversário da cidade – para que as bandas Homem Carta, Golpe de Foice, Zilla, Arsênio 5A, Darshan, Mallak, Lótus Negro e Jazahu tenham a oportunidade de brigar por duas vagas no festival. A abertura fica por conta do Gilbertos Come Bacon e o encerramento com Raimundos, que reprisará a “dose grátis” no dia seguinte, na Esplanada dos Ministérios.

É que a banda liderada por Digão (voz e guitarra) e Canisso (baixo) é uma das 45 atrações da 1ª Virada Cultural Distrital, que será promovida pela Secretaria de Cultura com palcos montados em seis cidades do Distrito Federal: Plano Piloto (no estacionamento do Teatro Nacional, ao lado da Esplanada), Fercal (Praça de Eventos Engenho Velho – DF-150, Km 12), Sobradinho (Quadra 2, Estacionamento do Estádio Augustinho Lima), Santa Maria (entrequadra 202/302, Santa Maria Sul), Brazlândia (Associação Rural e Cultural Alexandre Gusmão, km 27 da DF-180) e Guará (Teatro de Arena do Cave).

Claro que, na extensa programação, predominam nomes do pagode, axé, sertanejo e forró. Afinal, é de graça, pro “povão”. Mas tem também artistas do pop, rock e blues, nacionais e locais. Na Esplanada, hoje (27), tocam Detonautas (RJ) e Pitty (BA). Amanhã (28) tem Na Lata (DF), Besouro do Rabo Branco (DF) e Blitz (RJ). E no domingo (29), além dos Raimundos, tem Marcelo D2 (RJ), Indiana Nomma (DF) e Nando Reis (SP). O Detonautas  ainda tocará hoje em Brazlândia. E a Blitz também estará domingo no Guará ao lado de Bartô Blues Band (DF) e Terno Elétrico (DF). A programação completa está disponível no portal www.sc.df.gov.br

E eis que, para comemorar o aniversário do Lago Sul, estava programado um festival de rock e pop chamado Rockway, que rolaria no Parque Asa Delta (entre as QL 12 e 14), com dois dias de shows (amanhã e domingo) reunindo nomes bem “MTV” como Hevo84, CPM 22, Cine, Buddy Flake e Lu Alone e outro mais “rock Brasília” com Raimundos (de novo!), Plebe Rude e Capital Inicial. Só que, de acordo com o site Na Rota do Rock, o evento se transferiu para a Ermida Dom Bosco e foi adiado para… 11 (mesmo dia do Porão do Rock) e 12 de setembro. Será?

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Enema Noise e The Squintz no Porão

As bandas brasilienses Enema Noise e The Squintz foram as vencedoras da Seletiva Plano Piloto do Porão do Rock 2010, realizada na noite deste domingo (22/8), no estacionamento do Ginásio Nilson Nelson.  As duas se classificaram para tocar na 13ª edição do festival, prevista para o dia 11 de setembro, no mesmo local.

De acordo com a avaliação dos jurados, o Enema Noise, apesar dos problemas técnicos enfrentados pelo vocalista Lamin no início de sua apresentação, foi a que teve melhor desempenho. E o público acompanhou a opinião, elegendo o grupo também como o campeão da noite e somando mais oito pontos no cômputo geral.

Na disputa pela segunda vaga, a opinião do júri, porém, acabou prevalecendo em favor da punk The Squintz, contrariando o voto popular que colocou o Live Wire em segundo lugar. Mas os sete pontos adicionados à banda de hard rock não foram suficientes para superar a pontuação do corpo de jurados.

Também participaram da Seletiva, pela ordem, Perfecto, Red Old Snake, Brown-Há, Coral de Espíritos e Tiro Williams. A programação foi aberta às 18h com um show de reunião do Supergalo e acabou com uma descontraída apresentação da Plebe Rude, que teve início às 22h15 e terminou uma hora depois.

No próximo fim de semana, o Porão promoverá mais duas seletivas. No sábado (28 de agosto), a disputa será na Praça do Estudante de Planaltina com as bandas Arsênio 5A, Darshan, Golpe de Foice, Homem Carta, Jazahu, Lótus Negro, Mallak e Zilla. A abertura ficará por conta de Gilbertos Come Bacon e o encerramento com Raimundos. Já no domingo (29), será no América Rock Club (QS 3, Pistão Sul de Taguatinga), com as concorrentes Besouro do Rabo Branco, Bonecas de Trapo, Estamira, Lost in Hate, Valdez, O Verde, Violeta e Yacoby, e as participações de 10Zer04 (abertura) e Matanza-RJ (encerramento). Ambas com acesso livre.

Saiba mais sobre o festival no portal www.poraodorock.com.br

Em algum lugar do passado


Foto: Penny Lane (Rock Brasília)

O showbizz brasiliense viveu mais uma vez, na prática, como a falta de uma casa de espetáculos adequada compromete a realização de mais (e melhores) eventos internacionais na capital do país. Definitivamente o Ginásio Nilson Nelson não era o local certo para abrigar uma banda como o Simple Minds, que sumiu da grande mídia há mais ou menos 15 anos. Resultado: menos de duas mil pessoas foram ontem (21/8) à noite ao terceiro show da turnê nacional dos escoceses – que se encerra hoje, em Porto Alegre, após passagens por São Paulo e Rio de Janeiro.

A apresentação teve início às 22h15 e encerramento por volta das 23h40. Durante 1h25, eles tocaram apenas 15 músicas, onde tentaram resumir os 30 anos de carreira. O set list pecou pela falta de músicas importantes, como explicaremos a seguir.

Curiosamente, a área VIP, com ingressos a R$ 150 e open bar, parecia mais cheia que a chamada “pista comum”. Até aí tudo bem, se a turma do gargarejo fosse formada por verdadeiros fãs da banda. Não era o caso. Como amante de música, sobretudo de rock, me incomoda demais assistir a um show em que as pessoas estão lá mais para “fazer social” do que pelo que rola no palco.

Pode ser implicância minha, admito. Mas o fato é que a grande maioria dos presentes só queria esperar pelos três grandes “hits” (Mandela day, Don´t you (forget about me) e Alive and kicking) e pouco se importava com o resto. Além do mais, tratava-se de um público em geral com mais de 35 anos, obviamente sem a mesma energia adolescente.

Se a plateia era pouco entusiasmada, o Simple Minds também não ajudou muito. Primeiro porque, comercialmente, os caras não colecionaram muitos sucessos no mercado brasileiro. Depois de Mandela Day (que é de 1989!), nenhuma outra canção deles fez sucesso por aqui – talvez só Hypnotised, de 1995. Além disso, Jim Kerr parece envelhecido e cansado. Mesmo muito simpático, acenando sempre, fazendo os elogios e discursos de praxe e até tentando fazer o povo cantar junto, só conseguiu criar alguma catarse nos três “hits” citados. Uma pálida imagem do ótimo band leader de grande arenas do passado. Os músicos são competentes e o velho parceiro Charlie Burchill é um guitarrista “ok”. Destaque para a cantora negra Sarah Brown no backing vocal e em alguns momentos solo.

Para piorar, o set list, como antecipamos, careceu inexplicavelmente de outros sucessos menores, mas importantes, dos anos 1980 como Glittering prize, Promised you a miracle, All the things she said, Speed your love to me e até Ghostdancing (que eles tocaram em São Paulo, mas também ficou de fora no Rio). Uma pena. Do disco mais recente, Graffiti Soul, eles mandaram três: Stars will lead the way, Moscow underground e, já no bis, Rockets.

Como escrevi ontem, fui ao show como fã do passado, mas com baixa expectativa. Logo, nem posso dizer que me decepcionei. Mas acho que teria me arrependido se tivesse pago para ver.

Set list em Brasília
Intro (Theme from great cities)
Sanctify Yourself
Stars Will Lead the Way
Waterfront
See the Lights
Big Sleep
Mandela Day
Moscow Underground
Hypnotised
Someone Somewhere in Summertime
Once Upon A Time
One Step Closer
Don´t you (forget about me)
Bis
Let There Be Love
Rockets
Alive and Kicking

Noite de reencontro

Não vou negar: Simple Minds era das minhas bandas prediletas durante os anos 1980.  Conheci o som dos caras como quase todos no Brasil, a partir dos sucessos como Don´t you (forget about me) - composta para a trilha do filme The Breakfast Club, de 1985 (exibido por aqui como “Clube dos cinco”) - e Alive and kicking, lançada logo em seguida no álbum Once upon a time, o sétimo (!) dos escoceses. Vejam como o mercado fonográfico do nosso país era atrasado naquela época!

A partir de matérias que li em revistas e jornais fui me interessando mais pela banda a ponto de comprar na (ainda viva) loja Modern Sound, em Copacabana, três vinis importados do início da carreira deles – Real to Real Cacophony (1979), Empires and dance (1980) e Sons and Fascinations/Sister Feelings Call (1981) -, ao mesmo tempo em que outros foram finalmente saindo no país, como New gold dream (1982) e Sparkle in the rain (1984). Tenho todos eles até hoje.

Quem ouvir com atenção esta fase inicial do Simple Minds vai perceber o quanto de experimentalismo havia no som do grupo antes de virar o que a mídia convencionou de “sub-U2″. Quando anunciaram a presença deles no primeiro Hollywood Rock, em janeiro de 1988, lá estava eu, claro, na Praça da Apoteose. Ao meu lado, um desconhecido, com camiseta oficial, assistia o show cantando todas as letras. Perto dele, eu era um “nada” como fã.

Na virada para os anos 1990, a banda foi perdendo força não só na mídia como no processo criativo. E os discos posteriores foram passando batido para mim, embora eu tenha (em vinil também) o Street figthing years (1989) - que traz o hit político Mandela day - e o Good news from the next world (1995), já em CD. Fui me “reencontrar” com o Simple Minds em 2001 ou 2002 ao comprar Neon lights, disco que traz só versões para clássicos de Van Morrison (Gloria), David Bowie (The man who sold the world), Echo & the Bunnymen (Bring on the dancing horses), Neil Young (The needle and the damage done), Velvet Underground (All tomorrow´s parties), Joy Division (Love will tear us apart) e a faixa-título, do Kraftwerk, entre outras. Honesto.

Foi como um flerte com uma velha namorada, mas ficou só nisso.  Em 2009, o Simple Minds lançou o décimo quinto álbum, Graffiti Soul, comemorando 30 anos de carreira. Algumas músicas, como Rockets e Stars will lead the way, entraram na programação normal da Cultura FM. Confesso que nem me entusiasmei muito. O disco, porém, voltou a catapultar os caras na mídia e a nova turnê mundial está percorrendo vários países.

Ao saber que eles voltariam ao Brasil - e pela primeira vez em Brasília -, a velha faísca se reacendeu. Vou ao show de hoje (21/8), que começa pontualmente às 22h, no Ginásio Nilson Nelson, mais para matar saudades do que achando ser “o evento”. As duas apresentações que fizeram no país até agora (terça-feira, em São Paulo, e quinta, no Rio) foram tratadas com certa frieza pela imprensa. E o set list tocado, por enquanto, carece de algumas canções da minha preferência, como Promised you a miracle, Glittering prize, Speed your love to me e All the things she said, por exemplo. Vamos lá encarar mais esta missão “volta aos anos 1980″.

PS: Vale lembrar que, além do show, hoje tem a festa Pulp!, no Landscape Pub (Centro de Atividades 7, Lago Norte), que começa por volta das 23h e vai rodar a madrugada. Eu discotecarei lá a partir das 2h. Antes e depois, tem os DJs Campedro, Leandro Galvão, Montana e os anfitriões Felipe Campbell e Mário Bros. Vai ser uma noite de nostalgia e (muita) diversão!

Set list em São Paulo
Sanctify Yourself
Stars Will Lead the Way
Waterfront
See the Lights
Big Sleep
This Is It
Mandela Day
Moscow Underground
Hypnotised
Someone Somewhere in Summertime
Once Upon A Time
One Step Closer
Don´t you (forget about me)
Alive and Kicking
New Gold Dream
Bis
Neon Lights (Kraftwerk)
Rockets
Let There Be Love
Ghostdancing
Gloria
(Van Morrison)

No Rio, o set foi um pouco menor, sem This is it, Ghostdancing e as versões de Kraftwerk e Van Morrison. Themes for great cities foi incluída no início do show e a “dobradinha” Don´t you (forget about me) e Alive and kicking não rolou uma atrás da outra como em Sampa. Vamos ver o que eles prepararam para Brasília…

De aperitivo, segue trecho da apresentação no Via Funchal, terça-feira passada…



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