Origem
O Cult 22 entrou no ar pela Rádio Cultura FM (100,9 MHz) de Brasília no dia 4 de outubro de 1991. Concebido pelos jornalistas Carlos Marcelo e Marcos Pinheiro – e, desde fevereiro de 2003, produzido e apresentado pelos jornalistas Marcos Pinheiro e Abelardo Mendes Jr –, o programa toca o rock e o pop de todos os tempos, em todos os estilos.
Daí, seu slogan "Três horas de rock e pop sem discriminação", onde pode-se ouvir, ao longo dos programas, do rockabilly ao death metal, passando pelo progressivo, psicodélico, glitter rock, hard rock, heavy metal, punk, gótico, garage bands, grunge, o rock alternativo ou, simplesmente, o pop. O programa abre espaço, eventualmente, para artistas/bandas do blues, soul/funk, rap e música eletrônica.
Desde sua criação, o Cult 22 vai ao ar sempre no mesmo dia e horário: sexta-feira, às 22h, com quadros diversos, informações, promoções, entrevistas, agenda de shows pela cidade e muito mais! Após 14 anos e meio com duas horas de duração, o programa passou a ter três horas em abril de 2006.
Fatos e curiosidades sobre o programa
» O Cult 22 é um nome que mistura o termo cult (de cultuado, que é conhecido por um grupo restrito e está fora da grande mídia) com o 22 (hora em que o programa começa). Pode ser também uma brincadeira com a arma Colt, de calibre 22;
» O Cult 22 começou a ser idealizado ao final do Rock in Rio 2, em janeiro de 1991. Na época, Carlos Marcelo e Marcos Pinheiro trabalhavam juntos na produção de um programa esportivo, jornalístico e musical na Rádio Cultura FM, chamado FM Esporte. Pouco depois, Carlos Marcelo começou também a colaborar em outro programa da emissora, o Idéia Nova, voltado para os lançamentos do rock, que produziu e apresentou até dezembro de 2000 (com interrupção entre agosto de 1997 e março de 1999). Desde março de 2001, o Idéia Nova é um quadro do Cult 22;
» A idéia do programa se fortaleceu a partir de uma reportagem publicada pela revista Bizz, em julho de 1991, que mostrava Joey Ramone, dos Ramones, apresentando um programa na Rádio Brasil 2000 FM, de São Paulo, após um show do grupo naquela cidade. Durante quatro horas e meia (!!!), sob a supervisão dos jornalistas André Forastieri e André Barcinski, o vocalista passeou pelos rock dos anos 60 ao início dos 90, tocando as suas canções e bandas prediletas. Porque não fazer o mesmo em uma rádio em Brasília? Depois da elaboração e da aprovação do projeto, o Cult 22 (que chegou a ter o nome provisório e pouco original de Rádio Pirata) estrearia, inicialmente em meados de setembro. Mas, por decisão dos produtores, envolvidos na cobertura do Aberto da República de Tênis (para o FM Esporte), a estréia foi marcada para o final de setembro. Em seguida, um novo adiamento. Era melhor começar o programa no início de um novo mês. Data confirmada: 4 de outubro de 1991;
» O soar do relógio de Time, do Pink Floyd, presente na vinheta de abertura, virou marca registrada do programa e permanece até hoje, assim como a música que abre e fecha cada edição: Brassneck, do Wedding Present;
» Previsto inicialmente para durar duas horas, o Cult 22 bateu o recorde de permanência no ar no dia 2 de outubro de 1992, no especial de primeiro aniversário: 4 horas e 40 minutos!!! É bom esclarecer que este programa teria, excepcionalmente, quatro horas!
» Os primeiros programas tiveram caráter quase que didático. Assim, eram apresentados em blocos temáticos, selecionando bandas/artistas importantes de cada gênero, em todos os tempos. Como não poderia deixar de ser, a música que abriu o primeiro Cult 22 foi Rock Around the Clock, de Bill Halley and His Comets;
» Se o programa feito por Joey Ramone na Brasil 2000 FM acabou sendo a principal fonte de inspiração do Cult 22, ninguém melhor do que o vocalista dos Ramones para ser o personagem da primeira entrevista internacional do programa. O bate-papo, por telefone, foi ao ar no dia 25 de setembro de 1992. O grupo estava novamente no Brasil e, de São Paulo, Joey falou sobre o então novo álbum Mondo Bizarro, sobre os fãs no Brasil, o nosso país, o futuro dos Ramones e o momento do rock and roll (com o sucesso do Guns N’Roses). A entrevista seria reprisada – de forma editada - em 18 de maio de 2001, por ocasião da morte de Joey;
» Embora sejam pouco radiofônicas, pela falta do recurso da legenda, as entrevistas internacionais continuaram no programa. Entre as atrações, Steve Shelley (baterista do Sonic Youth), Mark Sandman (baixista e vocalista do Morphine), Bruce Dickinson (vocalista do Iron Maiden, na época em carreira solo) e Steve Harris (baixista do Iron Maiden) foram algumas delas;
» O Cult 22 já entrou ao vivo em shows locais e nacionais, com informações sobre o evento e entrevistas com os artistas. Entre os momentos mais marcantes, estão o Hollywood Rock de janeiro de 1993 (São Paulo e Rio), quando o programa conversou com Jennifer Finch (baixista e vocalista) e Dee Plakas (baterista) do L7; Krist Novoselic (baixista) e Dave Ghrol (baterista) do Nirvana. E o Hollywood Rock de janeiro de 1996 (também São Paulo e Rio), com entrevistas de Billy Corgan (vocalista do Smashing Pumpkins), Chris Robinson (vocalista do Black Crowes) e Eddie "King" Roeser (vocalista do Urge Overkill);
» Em agosto de 1994, o momento máximo em flashes: Carlos Marcelo, em cobertura especial para o Correio Braziliense, aproveitou a oportunidade para trazer ao Cult 22, por duas semanas seguidas, informações sobre o festival itinerante Lollapallooza e os 25 anos de Woodstock. Tudo isso ao vivo de Nova York!!! Ele pôde presenciar, e passar aos ouvintes do programa, o surgimento do Green Day;
» Como não poderia deixar de ser, o pop/rock nacional também já esteve batendo um papo com o Cult 22: Herbert Viana (Paralamas), Roberto Frejat e Guto Goffi (Barão Vermelho), Nando Reis, Marcelo Fromer, Paulo Miklos, Branco Mello e Charles Gavin (Titãs), Paulo Ricardo (RPM), André X e Phillipe Seabra (Plebe Rude), Dinho, Flávio e Fê Lemos (Capital Inicial), Nasi e Edgar Scandurra (Ira!), Fábio Golfetti (Violeta de Outono), Marcelo Nova (Camisa de Vênus), Edu K (DeFalla), Rita Lee, Cássia Eller, Pato Fu, Chico Science, João Gordo (Ratos de Porão), Rédson (Cólera), Clemente (Inocentes), Andreas Kisser e Igor Cavalera (Sepultura), Viper, Marcelo D2 (Planet Hemp), Fred 04 (Mundo Livre S/A), Tequila Baby (RS), Acabou La Tequila (RJ), Concreteness (SP), Pin Ups (SP), Lucrezia Borgia (SP), No Class (SP), Resist Control (PR), Dorsal Atlântica (RJ), The Mist (MG), Autoramas (RJ), Matanza (RJ), Cachorro Grande (RS), Bidê ou Balde (RS), Leela (RJ), Dance of Days (SP), Maldita (RJ), Cascadura (BA), Charme Chulo (PR) e muitos mais! O único que o programa sempre quis e nunca conseguiu entrevistar foi Renato Russo;
» Antes de sair de Brasília com os Raimundos, o baterista Fred Mello por várias vezes deu assistência ao programa, atendendo as promoções por telefone. Com o tempo e o início da fama do grupo, os próprios apresentadores começaram a divulgar isto no ar - choveram telefonemas!
» Aliás, os Raimundos são um "orgulho da casa". Afinal, o Cult 22 foi o primeiro programa a tocar a fita-demo do quarteto forrocore, em dezembro de 1992, quando Rodolfo, Digão, Canisso e Fred estavam voltando a se apresentar. Foi a primeira de uma série de entrevistas que o grupo deu ao programa;
» Além dos Raimundos, o Cult 22 ajudou a revelar, através de veiculação das músicas, entrevistas e/ou divulgação de shows, diversas outras bandas da cidade da geração 90/2000: Little Quail and the Mad Birds, Pravda, Oz, Low Dream, Restless, Dungeon, Maskavo Roots, Os Cabeloduro, D.F.C., P.U.S., Câmbio Negro, Rumbora, Sem Destino, Divine, Abhorrent, Slug, Prot(o), Bois de Gerião, Sentupé, Phonopop, Gramofocas, Sapatos Bicolores, Móveis Coloniais de Acaju, Capotones, Lucy and the Popsonics, Lafusa etc. Alguns destes grupos foram reunidos em produtos lançados para comemor aniversários do programa: em outubro de 1993, na fita Cult Cover Demo; em outubro de 1995, no CD acústico Unculted; em outubro de 1997, no CD Cult 22; e em dezembro de 2006, no CD Tributo ao Rock Brasília (ler mais sobre o assunto no link mp3).
» Nos dois primeiros meses de existência, o programa chegou a contar com a repórter da Cultura FM, Kakau Teixeira, que participava, trazendo notas de shows e festas. Depois, a agenda cultural passou a ser comandada pela própria dupla de apresentadores;
» Ainda no início, o Cult 22, para manter o espírito de dobradinha, teve outros apresentadores eventuais, como os locutores Tenisson Ottoni e Nelson Aguiar e o então estagiário da emissora, Carlos Alexandre, então baixista do Pravda e, atualmente, editor do Correio Braziliense;
» Quem também participou do Cult 22 foi Alex Podrão, veterano roqueiro das bandas Detrito Federal e B.S.B-H. Em abril de 1994, ele assumiu a apresentação e produção de um quadro do programa, a Sessão Maldita, que antes era apenas uma espécie de fechamento do Cult 22, após a meia-noite, como uma sequência pirata, normalmente de 15 minutos de duração. Com Podrão, o quadro assumiu um caráter mais underground, com muito metal, punk e hardcore, em meia hora. Depois de três meses, o então quadro se transformou em um programa independente, chamado Underground Ways, que durou pouco tempo. Depois disso, a Sessão Maldita nunca mais voltou. Podrão virou novamente colaborador do programa em agosto 2007, produzindo e apresentando o bloco Rock Brasil S/A até dezembro de 2008.
» No dia 23 de setembro de 1994, um fato inusitado transformou o Cult 22 em uma rádio pirata. O programa começou normalmente e, assim que entrou a primeira música, a Cultura FM teve uma queda de energia e saiu do ar. Enquanto os técnicos tentavam resolver o problema, o disco (de Leonard Cohen) que abriria o programa ficou rolando até o restabelecimento do sinal. Inicialmente, os ouvintes ligaram para saber o que tinha acontecido. Passados uns 30 minutos, ainda sem sinal de áudio, novos telefonemas - desta vez reclamando porque o programa não tocava outra coisa, só aquele disco. Curiosamente, percebeu-se que a emissora continuava transmitindo, em mono, somente para alguns pontos do Distrito Federal. Os apresentadores voltaram ao ar explicando o problema e perceberam onde estava chegando o sinal. O programa seguiu, em caráter experimental, até mais de meia-noite;
» O dia 4 de outubro de 1996 transformou-se em uma data histórica. No especial que comemorou os 5 anos do programa, Carlos Marcelo e Marcos Pinheiro se despediram da apresentação, já que suas atividades profissionais impediam que os dois continuassem a estar ao vivo, todas as sextas-feiras, das 22h às 0h. A partir da semana seguinte, o comando passou para Ricardo Nunes, locutor da Cultura FM e velho colaborador. Ironicamente, com a morte de Renato Russo, no dia 11 de outubro, a velha dupla acabou apresentando uma parte do programa. Nos cinco meses seguintes, Marcos Pinheiro continuaria na produção, com eventuais "aparições" como apresentador, até sua volta definitiva. Carlos Marcelo só voltaria para participar do programa de sexto aniversário, em 3/10/1997. E passou a ser um colaborador eventual, com aparições em geral nas edições de aniversário, sempre na primeira sexta-feira de outubro;
» No mesmo programa de 11 de outubro, o Cult 22 estreou um novo quadro, com produtor e apresentador próprios - o Cult Brasil sob o comando de Victor Ribeiro, velho batalhador do rock em Brasília. A partir de novembro, pintou mais um apresentador - Lelo Nirvana;
» Em 14 de março de 1997, o Cult 22 voltou parcialmente ao que era antes: Marcos Pinheiro retomou a apresentação do programa, com Victor Ribeiro no Cult Brasil. Ricardo Nunes continuou como locutor da emissora (até 2001), mas não mais no programa. Lelo Nirvana saiu para cuidar de sua banda, o Rarabichuebas, hoje já extinta;
» No dia 21 de março de 1997, entrou no ar, pela Internet, o site do Cult 22, fruto de uma parceria com a empresa Pangéia Informática. Em outubro de 1999, Rodrigo Ribeiro assumiu a parte de webdesigner, modificando profundamente o formato do site e introduzindo novos elementos de conteúdo;
» Rodrigo Ribeiro foi colaborador do Cult 22 de junho de 1998 a maio de 2002. Webdesigner e criador dos sites rockdemo.com e do fã-clube oficial do Raimundos na Internet, inicialmente ele se manteve apenas como assistente de produção, atendendo as promoções pelo telefone ("cargo" antes ocupado por Zé Pedro Gollo e Ector "Homem-Palco" Rodrigues), com eventuais participações como produtor e/ou apresentador do Cult Brasil (na ausência de Victor Ribeiro). De outubro de 1999 a maio de 2002 foi o webdesigner da página do Cult 22. E, de maio de 2001 a maio de 2002, produziu e apresentou, uma vez por mês, uma variação do quadro Cult Pirata, tocando raridades e curiosidades pescadas na Internet;
» No início de 2000, pintou um novo colaborador: o jornalista Bernardo Scartezini, do Correio Braziliense, que passou a eventualmente auxiliar Marcos Pinheiro na produção;
» Em dezembro de 2000, Victor Ribeiro deixou o programa para se dedicar a atividades fora do rock and roll, mas sem se desligar da área cultural. Em 2006, ele voltou ao Cult 22 para produzir e apresentar o quadro Trocando a Língua, até o início de 2007. O bloco ainda continua no programa, Victor não;
» Em março de 2001, para começar a celebrar a décima temporada no ar, o Cult 22 ganhou mais colaboradores: o jornalista gaúcho Fernando Rosa (que já colaborara eventualmente antes) passou a produzir e apresentar, quinzenalmente, o quadro Senhor F, com raridades, curiosidades e novidades do rock, nacional e internacional. O produtor e músico Djalma Maia, o Phú (ex-baixista do DFC, hoje no Macakongs 2099 e proprietário do selo Silvia Music) assumiu a produção e apresentação, também quinzenal, do quadro Sabotagem, dedicado ao metal e hardcore underground;
» Carlos Marcelo (que desde o programa de 11 de outubro de 1996 só participara do Cult 22 nas edições de aniversário, em outubro, e em dois ou três especiais nas férias de Marcos Pinheiro) voltou, também em março de 2001, para produzir e apresentar, ao lado do também jornalista Abelardo Mendes Jr, o Idéia Nova, que se tornou um quadro quinzenal do Cult 22 para tocar os lançamentos do rock alternativo dos Estados Unidos e Europa. Logo, porém, o quadro ficou somente sob a responsabilidade de Abelardo;
» Em junho de 2002, Rodrigo Ribeiro se mudou para São Paulo e deixou o website do programa um pouco órfão. Mas, em fevereiro de 2003, Abelardo Mendes Jr assumiu, ao lado de Marcos Pinheiro, a produção e apresentação do Cult 22. E, de quebra, passou a ser responsável por uma nova reformulação do site;
» Por causa do horário eleitoral gratuito, e atendendo a uma determinação da direção da Cultura FM, o Cult 22 foi ao ar gravado no período de 2 de agosto a 25 de outubro de 2002. Com isso, quadros como Caixa Preta e Desafio Cult foram suspensos. Acabaram retornando somente em fevereiro de 2003;
» Em fevereiro de 2003, o Cult 22 ganhou uma lista de discussões na Internet, com o objetivo de fomentar a cena local através do debate de idéias, divulgação de shows/festas e até mesmo o pedidos de músicas para a seção Cult Ouvinte. Para assinar a lista, basta enviar um e-mail em branca para assinar-cult22@grupos.com.br ou fazer o cadastro no site www.grupos.com.br/grupos/cult22;
» Ainda em fevereiro de 2003, o programa passou, pela primeira vez na história, a ter uma presença feminina constante: Bianca Monteiro assumiu a produção e apresentação quinzenal do quadro Cult Brasil. A novidade durou até 1º de agosto do mesmo ano, quando Bianca se despediu do Cult 22;
» No dia 25 de abril de 2003, entrou no ar o novo site do Cult 22, com domínio próprio (www.cult22.com), desenvolvido por Abelardo Mendes Jr e Paul Hodel.
» No dia 13 de fevereiro de 2004, o Cult 22 ganhou um novo colaborador: Welbert Rabelo, responsável pela coluna Metal Brasil, do site www.suaturma.com. Ele é o produtor e apresentador do quadro Metal Attack, dedicado exclusivamente ao metal em variadas vertentes;
» No dia 17 de setembro de 2004, praticamente 10 anos depois do Cult 22 ter sido transmitido como uma rádio pirata (ver nota acima), o programa deixou de ir ao ar por falta de energia nos transmissores da Rádio Cultura FM. Ao contrário do inusitado em 1994, porém, o sinal da emissora não voltou a funcionar nem em mono e a edição teve que ser completamente abortada;
» No dia 8 de outubro de 2004, pela segunda vez em três semanas, o programa também não foi ao ar na íntegra novamente por falta de energia nos transmissores da rádio. A emissora chegou a dar "sinais de vida" por 15 minutos, tempo em que foi veiculado o resultado da Enquete e estava sendo feita a entrevista com o Cult Ouvinte ao Vivo, Jardelson Moreira, quando novamente saiu do ar. Lamentável!
» Em novembro de 2005, Fernando Rosa deixou o quadro Senhor F por um motivo nobre: passou a ter seu próprio programa na Rádio Cultura FM, o Senhor F 100,9, veiculado, desde então, todas as quintas-feiras, das 22h a 0h. Parabéns!
» Em março de 2006, o Cult 22 ganhou três novos quadros e três novos colaboradores: Cine Cult, com trilhas sonoras roqueiras de novos e antigos filmes, com produção e apresentação de Taís Rocha (que ficou no programa até 2007); Trocando a Língua, com o rock internacional cantado em outras línguas fora do inglês, marcando a volta ao programa de Victor Ribeiro até 2007; e o Noite Cult, que "invade" alguns eventos roqueiros da noite de sexta-feira em Brasília, com a presença da repórter Gisela Blanco, ao vivo, pelo telefone;
» A participação de Gisela Blanco, no entanto, durou apenas pouco mais de dois meses no programa, devido a razões particulares e profissionais. Sua última participação foi no dia 12 de maio de 2006. No dia 26 de maio, duas semanas depois, quem assumiu o Noite Cult foi Karla Freire, que permaneceu até o final de 2007;
» No dia 7 de abril de 2006, o Cult 22 ganhou um upgrade de duração e passou a ter três horas, das 22h a 1h, mudando, naturalmente, seu slogan para "Três horas de rock e pop sem discriminação";
» No dia 8 de dezembro de 2006, pela terceira vez na história do programa, o Cult 22 não foi ao ar na íntegra novamente por falta de energia nos transmissores da Rádio Cultura FM;
» No dia 23 de fevereiro de 2007, a equipe do Cult 22 decidiu fazer uma homenagem ao 40º aniversário de Marcos Pinheiro. Assim, Victor Ribeiro, Karla Freire, Taís Rocha, Carlos Marcelo, Djalma Phú, Welbert Rabelo e Abelardo Mendes Jr. montaram uma seqüência musical especial, tocando, respectivamente, Pato Fu, Gang of Four, U2, Stone Roses, Raimundos, Def Leppard e The Wedding Present;
» Exatamente um mês depois, no dia 23 de março de 2007, Marcos Pinheiro retribuiu a gentileza e homenageou os 31 anos de Abelardo Mendes Jr. Dessa vez, Djalma Phú, Taís Rocha, o próprio Marcos Pinheiro, Karla Freire, Welbert Rabelo e Hane Libânio (cunhada de Abelardo) montaram uma seqüência com Anal Cunt, Coldplay, Belle and Sebastian, Morrissey, Elvis Presley e Twisted Sister;
» Em 9 de março de 2007, dando início oficialmente à 16ª temporada, o Cult 22 estreou um novo quadro, o Equação Derivada, que toca uma determinada banda ou artista e suas influências;
» No dia 27 de abril de 2007, o Cult 22 entrevistou o "reverendo" Fábio Massari, em Brasília lançando uma coletânea com textos sobre Frank Zappa. No quadro Sala de Stars, o ex-VJ da MTV teve direito a uma seqüência musical só com "biscoitos finos";
» No dia 4 de maio de 2007, mais dois convidados importantes participaram do Sala de Stars: os jornalistas André "Pomba" Cagni, editor da revista Dynamite, e Ayrton Mugnaini Jr., curador do Arquivo do Rock Brasileiro;
» Em agosto de 2007, o Cult 22 ganhou outro "novo/velho" colaborador: Alex Podrão voltou ao programa, agora acompanhado pelo produtor Vantuil Pegado, para tocar e falar sobre o rock nacional e suas histórias. A estréia oficial do quadro Rock Brasil S/A aconteceu na edição do dia 24, com direito à entrevista com Magu Cartabranca, do Sepultura de Brasília. A novidade durou até dezembro de 2008;
» No dia 31 de agosto de 2007, mais duas entrevistas históricas no programa: Kid Vinil e Lobão. Cada um, claro, com direito a seu bloco musical, no quadro Sala de Stars;
» Outros convidados bacanas participaram do Sala de Stars até o final de 2007: o fotógrafo, DJ e jornalista carioca Maurício Valladares (21/9); a jornalista paulista Fernanda Cardoso, do programa Trama Virtual (12/10); os músicos Gabriel Thomaz, Érika Martins e Nervoso (19/10) e o DJ paulista Bezzi (2/11);
» No dia 21 de setembro de 2007, Marcos Pinheiro atacou de "pai coruja" e apresentou um bloco com quatro músicas dedicadas ao filho, Victor Pinheiro, que fez 10 anos no dia seguinte. Na seleção, Beatles, Pato Fu, R.E.M. e Led Zeppelin;
» No dia 26 de outubro de 2007, o quadro Metal Attack comemorou 100 edições e Welbert Rabelo montou um super bloco especial, com grandes nomes do estilo, como Motörhead, Megadeth, Judas Priest, Kiss, AC/DC, Ozzy Osbourne e Iron Maiden, entre outros;
» Em outubro de 2008, o site do Cult 22 foi mais uma vez reformulado e ganhou um blog, no mesmo endereço www.cult22.com, escrito por Marcos Pinheiro e Abelardo Mendes Jr;
» Em novembro de 2008, as mulheres "tomaram conta" do Cult 22 com a criação do quadro Ruído Rosa, inicialmente produzido e apresentado por Penny Lane (do site Rock Brasília) e Alê dos Santos (do blog Drops Cultural). A partir de fevereiro de 2009, o bloco, quinzenal, ficou sob a responsabilidade apenas de Penny Lane. Alê assumiu, então, a produção e apresentação do Cult Brasil;
» Em fevereiro de 2009, os quadros Sabotagem e Metal Attack passaram a ser semanais.
» Assim, o Cult 22, na temporada 2009, conta com a produção e apresentação fixas de Marcos Pinheiro e Abelardo Mendes Jr e as participações semanais de Welbert Rabelo e Djalma Phú e quinzenais de Penny Lane e Alê dos Santos.






