Faith… once more!
Em meio ao irritante baticum do Carnaval, que felizmente acabou (ufa!), uma boa notícia explodiu no mundo rock: a volta do Faith No More. A banda liderada pelo malucaço Mike Patton (foto) deve se reunir para participar de festivais de verão na Europa, entre junho e agosto deste ano.
Além do vocalista, não foram confirmados os outros integrantes que participarão desta reunião. A última formação incluía o tecladista Roddy Bottum, o baterista Mike Bordin, o baixista Billy Gould e o guitarrista Jon Hudson. Serão os primeiros shows do grupo desde a separação em 1998. Já é certo que Mike Patton será uma das atrações do festival norte-americano Coachella, em abril, na Califórnia. Mas não há confirmação se o Faith no More vai se apresentar no evento.
Frequentemente lembrado como um dos pioneiros na mistura de rap com heavy metal (que deu origem ao chamado nü metal), o Faith No More se formou em 1982, em San Francisco, mas estourou a partir de 1989 com o álbum The real thing, o primeiro com Patton. O cantor substituiu Chuck Mosley, vocalista nos dois primeiros discos da banda.
Após mais três registros em estúdio – Angel dust (1992), King for a day… fool for a lifetime (1995) e Album of the year (1997) – e alguns hits como Epic, Falling to pieces, The edge of the world, Midlife Crisis, Evidence e uma versão para Easy (de Lionel Ritchie), Patton seguiu em frente com outros projetos, como Fantomas (que esteve no Brasil no final de 2005), Lovage, Peeping Tom e Tomahawk, além do Mr. Bungle, banda que ele já mantinha antes mesmo de ingressar no Faith No More.
Os brasilienses mais “antigos” devem se lembrar da histórica apresentação do FNM no Mané Garrincha, em setembro de 1991 (o Cult 22 nem tinha estreado ainda!). Na música final, Patton desceu do palco e, com microfone, fio e tudo mais, foi cantar na pista com a galera. Não contente, subiu no banco de reservas do estádio e começou a pular freneticamente. A cobertura de acrílico cedeu e o cara caiu sentado na estrutura de cimento. Grand finale bem rock and roll. Oito meses antes, já tinha visto a banda no segundo Rock in Rio, no Maracanã, em noite que também teve Guns n´Roses. Um retorno a ser comemorado!
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Comentários
lembrei que vi um show deles no monsters of rock. tipo 1995, 1996. estavam lançando o pior disco deles, “king for a day”. te digo que foi meio constrangedor. mas “angel dust” é um dos melhores álbuns de todos os tempos.
- Ricochet, Get Out, Evidence,
Digging the grave, What a Day…
“The beat”, vc tá de brincadeira… King for a Day nao deve nada a nenhum album do FNM (o album of the year sim… mto fraquinho)
ah, e a parece q a brincadeira continua com RHCP…
[...] 26 de fevereiro nós postamos por aqui sobre a volta do Faith No More. E no dia 3 de abril falamos sobre a [...]






Epic, From Out Of Nowhere, Midlife Crisis, Falling to Pieces e, é claro, o cover de “WAR PIGS” são classicos dos anos 90.
Vi o show deles abrindo pro Guns e foi do caralho. Mas não estive no Mané, infelizmente.