
O mundo da música vive nos últimos anos sob o signo do ecletismo. Não sei se é culpa da tal globalização. No Brasil, então, em sua "pluralidade cultural", nem se fala! É um tal de emissora de rádio juntando na programação MPB, axé, sertanejo, samba, pagode, funk, pop, rock, reggae e outros ritmos que não tem cabimento.
A tecnologia, felizmente, nos permite prescindir destes meios viciados e ouvir música de outra forma. Mas, e as festinhas? Por que somos obrigados a conviver com eventos que reúnem, numa mesma noite, DJs de rock, black music, hip hop, eletrônica, música brasileira, reggae e outros estilos - e misturas?
Ok, tem gente que gosta de "variedade". Pô, mas o rock não é eclético por si só? Do pop/rock ao heavy metal, são quase 55 anos de história (e possibilidades) de música para dançar numa mesma noite. De variações de ritmo, de temas, de vozes... Dá pra organizar centenas de festas diferentes tendo o rock como única trilha sonora.
Logo, que fique claro: nada contra as festas de black music, eletrônica e afins. Todos têm direito a ouvir o que quiser. Mas que se respeite a divisão saudável de tribos e o gosto individual. Aos produtores: percam o medo de apostar em eventos que tenham o rock como único tema. Podem ter certeza que o público deste segmento está vivo... e (muito) carente de espaço.
Leia mais sobre o assunto em www.rockbrasilia.com.br
Amarelo, 30 de janeiro de 2009
Espaço físico, principalmente...
Leandro Galvão, 30 de janeiro de 2009
É por isso que eu frequento (tem trema?) as festas da Mansão Waaayne e do Cult22. Totalmente excelentes
Pedro Viana, 30 de janeiro de 2009
Concordo em gênero, número, grau e degrau! (hehehe) Se, por um lado, o ecletismo denota um grau maior de aceitação das diferenças, por outro lado pode demonstrar falta de personalidade... O rock é mesmo riquíssimo. Aliás, é possível fazer um evento "eclético" até mesmo dentro de um subgênero do nosso bom e velho rock. O hard/heavy rock/metal é um belo exemplo. Afinal de contas, temos que concordar que Poison e Napalm Death são coisas, digamos, distintas... (hahaha) Abs. PS - A propósito, sou o cara que estava com a camiseta do Rainbow e conversou contigo, a Penny Lane e o Cappa na última quarta, no Balaio. Por falar nisso, que "balaio" aquilo, não? Belo exemplo, aliás. Houve um momento em que o DJ estava tocando, se não me engano, um eletrônico tipo lounge e a galera do rock (que era maioria), simplesmente esvaziou a pista...
berna beat, 30 de janeiro de 2009
toca bethania!
Marcos Pinheiro, 30 de janeiro de 2009
Foi justamente aquele evento que nos inspirou a escrever este texto. Abração, Pedro!
Penny Lane, 30 de janeiro de 2009
O pior é ver a galera do lado de fora esperando alguma música que preste tocar. Que lama.
Rodrigo, 30 de janeiro de 2009
Esse negócio de ecletismo também não é comigo,mas eu não sou radical,digamos que eu seja xiita ortodoxo!
marcello, 30 de janeiro de 2009
Pois é. A coisa tá feia... Alguma coisa TEM que ser feita!!!
Marcela Travassos, 30 de janeiro de 2009
Foto muito louca e rica... É né galera, temos de lutar por eventos de caracter ROCk & Rock \|,,| e ir neles!!! Tem uma galera nova fazendo só eventos desses estilos, mas o que faz muita das vezes o povo fazer esse "angu" de estilos é o medo do evento não dá gente...E é isso... Reabram o Landscape Pub!!! E não aumentem a paissagem!!!
Felipe, 31 de janeiro de 2009
Concordo 100% com o texto. E acrescento: normalmente quem diz que é ecletico, que vai em qq ambiente com qq musica, é porque não é entusiasta, de fato, de nenhum estilo. E por conta dessa ânsia de ver lugares cheios de gente sem segmentação nenhuma (fato que, cedo ou tarde, acaba desgastando o lugar) é que acho que o orilleys deixou de ser um lugar legal. O DJ de la toca balanço. Ridiculo.
O Onipresente, 1 de fevereiro de 2009
Nossa, bela observação, Marcos! Venho observando, há uns 3, 4 anos, ou até mais, tenho notado umas mudanças até nas festas ditas de rock. Vc fica todo empolgado com a propaganda do flyer, sugestiva, estampando renomados djs da cena, chega lá o cara começa a tocar poperô, rs. E isso não to falando daquelas que anunciam "muito indie, eletro, pop, pancadão" e o escambau. E quando tocam rock, não são nem um pouco criativos. Tocam SEMPRE as mesmas músicas, os mesmos hits. Não sei se é preguiça mental de variar ou se tem medo de tocar outras coisas (tanto banda antigas, como novas, falo de tudo, de décadas variadas). Eu to adorando esse novo projeto da festa Play. Mas não pelos djs de Brasília, e sim pelos de fora. Estou fazendo questão de acompanhar. A discotecagem do dj de São Paulo na última festa, um tal de Chelo, foi muito legal!! E ele não tocou 'estripulias' não... pra vc ver o tanto que Brasília tá carente.
sérgio ricart, 1 de fevereiro de 2009
brasília realmente tem andado bem devagar em termos de atitude rock'n'roll. tem muita gente anunciando festa de rock aqui na cidade e quando tu chega lá "tum tsi tum" sem fim... já tinha percebido isso que o onipresente falou, e observei novamente a mesma coisa na play! da última sexta: os locais tocam muitos "hits". o cara de são paulo não precisou fazer nada do outro mundo pra tocar um set bem diferente do que se tem ouvido nas festas aqui. eu acho que o rock sempre se pautou por um certo clima de inquietação, de ser uma alternativa aos esquemas domesticados, mas aqui em brasília o povo que deveria fazer as coisas acontecerem tem estado muito enquadradinho no sistema. uma lástima... rock pra quem é do rock!
renan esteves, 2 de fevereiro de 2009
É o seguinte: não é querendo me gabar, mas Brasília não tem DJ´s suficientes que façam suprir a falta do rock! Os motivos são vários. Falta muita originalidade! Não é só você chegar em um Landscape, em uma Mansão Wayne ou até em um Espaço Galeria e tocar um setzinho de 30 músicas, ou seja, umas meia duzias de Killers, outra de Strokes e o resto de Franz e Arctics, e achar que você é o cara da festa! Isso soa clichê! Não é original nem a caralho! O DJ tem que pesquisar, fazer o público pirar, a ponto de perguntar: que musica é essa? É como se fosse um jornalista que corre atrá da apuração dos fatos. Assim é o DJ, as pessoas que tocam precisam entender isso e quando for tocar algo como o rock, por exemplo, pesquisar e procurar passar novidades e quem sabe, até fazer um apanhado geral do rock, seja da década de 50 até a de 2000! Isso é que é ser DJ, o cara fuça, pesquisa, mete a cara e vai fundo, mesmo sem se preocupar se esta ganhando para estar ali ou não. Se a pessoa gosta daquilo que faz, tem que ser profissional, perfeccionista e curiosa. Eu tambem falo isso para todos os outros que tocam outros gêneros- não só o rock. Esse é o meu recado, se me criticarem, que me critiquem, as opiniões estão ai para isso. E eu mais uma vez falo: somente RJ e SP conseguem chegar a esse patamar! Falta originalidade e ponto final!
Alê dos Santos, 2 de fevereiro de 2009
Concordo muito com o renan, os Djs tem que ser pesquisadores. Ir atrás de coisas legais mesmo. Não cair no clichê. Já com Sérgio...Tava um saco a Play! Aff! Aquele bando de música eletrônica chata, blérgh! Só na hora que o Lúcio entrou é que tocou rock. Só que de certa forma ele foi bem clichê. Tocou vários indies "hypados". Mas eu gostei. Rsrsrs! Tá na hora do rock. Não entendo pq os produtores da cidade tem tanto medo de fazer eventos rockeiros.
Felipe Campbell, 2 de fevereiro de 2009
Não concordo muito com o Renan não. Acho legal você levar coisas novas pra uma festa de rock, mas se você alucinar, começar a vomitar conhecimento alternativo demais, se torna um DJ chato e egocêntrico, que agrada à meia duzia que vai pirar ao ouvir o lado C do BlockParty, mas deixar os outros meio se sentindo peixes fora d'água. Sem contar também que é preciso valorizar e celebrar os 50 anos de rock and roll que já existem por aí, sempre mandando ver coisas de anos 60, 70, 80 e 90. Vanguarda demais segmenta demais. Mas o rock é isso mesmo: amplo para caramba e por si só já basta. Nao precisa misturar com poperou. Você pode fazer uma festa de rock com o som greatest hits tipo The Cure-The Smiths-B52-Simple Minds-Dire Straits-Billy Idol-David Bowie que ela vai ser uma festa de rock tanto quanto uma outra em que esteja tocando Rage-Nirvana-ACDC-Stones-Doores-Pearl Jam-U2-Green Day-Red Hot-GunsnRoses ou outra que role Killers-ArcticMonkeys-Hives-BlocParty-Le Tigre-Kaiser Chiefs-Strokes-Franz Ferdinand. Não dá pra agradar a todo mundo. E também discordo sobre os DJs de Brasília. Tem muita gente boa e eu mesmo vou a várias festas por causa dos DJs daqui. Uma vez fui numa festa em que estava mandando som o "renomado" Lucio Ribeiro e na hora que o Montana saiu para ele entrar foi só desgraça. O cara acabou com a festa. Em suma: se a galera não tá preparada pra curtir o set que o cara manda, quem tá errado é ele, e não a galera. E viva o rock and roll!!!
Amarelo, 2 de fevereiro de 2009
Concordo quando o Renan diz que o discotecário tem que pesquisar e estar em constante atualização. Mas uma coisa é você inserir elementos novos, músicas novas na pista; outra coisa é você “vomitar” conhecimento musical. E nesse ponto eu concordo com o Felipe. A esmagadora maioria das pessoas que vão às festas – de qualquer estilo musical – estão ali para confraternizar e ouvir um bom som. That’s entertainment! Simples assim. O papel do cara que está trocando os discos e manipulando os botões (cada vez mais manipulando botões, no meu caso) é identificar o público e atingi-lo com a seleção correta. Não adianta nada você tocar o b-side do b-side do Bowie se a pista não vai entender aquilo. Ou então tocar o mais novo hit de uma banda húngara que só você e meia dúzia conhecem. Em suma, pista de dança não é sala de aula. Outra coisa também é o estilo do discotecário. Tem gente que só curte tocar indie, tem gente que se sente bem tocando 60’s e tem cara que gosta de mesclar estilos. Daí vai do produtor da festa saber exatamente o que ele quer e quem ele quer na cabine para fazer a festa funcionar. Quanto à observação do Renan de que somente Rio e São Paulo tem DJs suficientes que façam suprir a falta de rock, minha tendência é realizar o raciocínio inverso. Brasília não é (e talvez nunca tenha sido) a cidade do rock. Hoje temos aqui dois ou três programas de rádio dedicados exclusivamente ao estilo. Quando uma banda gringa pinta por aqui, o público é mínimo (Placebo no Claro que é Rock, alguém lembra? Hives ano passado, alguém se recorda?). E isso é refletido nos próprios espaços de festas e shows. Empresários receosos em abrir suas casas para noites dedicadas ao rock, produtores com medo de que não dê ninguém nas festas e shows e... DJs que, na hora que alguém abre uma brecha, querem agradar pelo clichê. E o público, cada vez mais carente, acaba se contentando com isso. São Paulo, Rio e Curitiba tem uma cena rocker muito mais forte e diversificada. Nessas cidades você pode fazer uma noite só de stoner rock que vai dar público; uma noite só de indie que vai bombar; outra só de punk 70 que é sucesso – tem público! Brasília não tem. Infelizmente é isso...
O Onipresente, 2 de fevereiro de 2009
Bem, pelo que eu entendi, o Renan não quis dizer tocar só coisas desconhecidas alternativas. Quando ele fala em pesquisar, ir a fundo, é também apresentar coisas velhas-novas, de todas as décadas, entendeu? E consideradas clássicas, inclusive. Exemplo. Fui na estreia da play e na última sexta, que tocou um dj de minas e outro de SP. Nas duas festas o Gonzalo Insônia tocou a One way, or another, da Blondie. Nossa, tá todo mundo de saco cheio dessa música. Tocou london calling, que não aguento mais ouvir também. Isso eu ouço todos os dias na minha casa. Não que elas sejam ruins, eu adoro, são maravilhosas. Mas se ele quer tocar blondie, uma banda massa pra caramba, ele pode tocar Hanging on the telephone, por exemplo. E the clash, ele pode tocar clapdown, por exemplo, que não é novidade pra ninguém, é um outro clássico do clash também. Ao invés de tocar Rebel Rebel (já ouvi pra caramba também nas festas), toca Sufragetty city, que inclusive é muito mais dançante. Bem, se o Felipe acha que o problema foi o Lúcio Ribeiro e que o Montana manda bem, então acho que o problema mesmo está no público, que deve adorar clichês, repetições, etc. Pq eu não aguento mais ouvir as discotecagens do Montana. Eu sei o set list dele de cor.
sérgio ricart, 2 de fevereiro de 2009
pô, alê, eu tava falando da play do dia 30/jan (sexta passada), enquanto vc falou da play do dia 23/jan (dez dias atrás). essa realmente deve ter sido o maior poperô da história. aliás, não vou em festa que o povo da indiecent music põe som. é barca furada na certa: só tum tsi tum. tb sou da opinião de que brasília não é "a cidade-rock", mas, por outro lado, tb concordo que os djs locais são repetitivos e que é preciso mais diversidade nas festas de rock, músicas diferentes nas pick ups, mas sem um tom professoral como bem observou o amarelo e o onipresente, senão vira chatice. se é pra tocar clash, não precisa ser apenas 'london calling': eles, por exemplo, têm várias músicas legais e ninguém é ignorante de não conhecer. ou seja, é perfeitamente possível tocar coisas diferentes e acessíveis em toda festa. acho também que pode até ser o lado b de uma banda mais obscura, se for acessível e dançante pra uma festa, por que não? um abraço, povo do rock!
O Onipresente, 2 de fevereiro de 2009
Exatamente. Não acredito que o povo do rock seja tão ignorante a ponto de não conhecer outras músicas legais de bandas conhecidas, e até das menos conhecidas. Nem um extremo, nem outro.
renan esteves, 2 de fevereiro de 2009
Gente é o seguinte: acabei de ver as opiniões e vi que existem muitas divergências. Ora, ora, eu vou esclarecer as coisas!Quando eu quis dizer que Brasília não é a cidade do rock, existe uma certa razão nisso. Eu até postei isso no meu blog "arquibancada do rock", tem que haver mais iniciativas e subsídios, principalmente por parte do GDF e dos empresários dai, por que sempre tem jeito para tudo, mesmo sendo uma cidade de custo alto. O segundo ponto, em que até o Felipe se referiu, em algumas partes eu acho que não tem cabimento. As outras opiniões tem um pouco a ver com isso. Os fãs de rock não querem ouvir somente One way or another, rock the cashbah ou até mesmo, boys don´t cry. As pessoas tambem vão querer ouvir Heart of glass, a night like this e até outras musicas de clas, ramones, buzzcoks, talking heads que as pessoas conhecem, mas que nunca foram tocadas. É nesse ponto que eu quero chegar. Os Dj´s costumam misturar Brithney, Madonna e até Rihana com outras bandas de rock- Madonna até que vai. Cara, o que vale é a originalidade e a surpresa. Tirando o pessoal do Cult 22, o restante é tudo da Vodka Blush e da Indicient Music, ou seja, só toca musica eletrônica e um indiezinho e outro - do cliche- para dizer que tocou. Isso é furada! O Terceiro e último ponto, eu quero dizer que na história do rock, não custa nada você tocar um Elvis, Chuck Berry, Bill Halley e, também,um Little Richard. Não é possível que as pessoas naõ sabem quem são elas! Mas sabem muito bem quem são Nx Zero, Cpm,Fresno e outras bandas que os adolescente de hoje,acham que são melhores do que os ídolos do passado. Ai eu pergunto: se esses ícones do passado não existissem, será que essas bandas de agora existiriam e copiariam o eles fizeram no passado? É isso o que eu estou querendo dizer!No Rio é assim, e em São Paulo também. Brasília precisa disso! É aquela velha história do Beija-Flor: em que o elefante diz que seu esforço é em vão, ao tentar combater o incêncio na floresta. Pelo menos eu estou fazendo a minha parte, diz o passaro. é questão de iniciativa e gostar do que faz!Achar que o pessoal do Galeria e Indiecent fazem é se iludir, pois a pior coisa é mentir para si mesmo - pois isso cada um de nós sabe muito bem, quando a situação aperta.Obrigado pelas opiniões e é isso ai! Valeu!
Daniel Spot, 4 de fevereiro de 2009
Toco na cidade como "DJ" desde 2002, antes com o Gustavo Bill (CheirandoCola.com), agora com o Luis, e a experiência mostra que muitas vezes é difícil fugir de um som "clichê". Quando a festa está cheia, beleza... mas quando está meia bomba, aí só os famosos "hits" costumum colocar o pessoal na pista. "Exatamente. Não acredito que o povo do rock seja tão ignorante a ponto de não conhecer outras músicas legais de bandas conhecidas, e até das menos conhecidas." Isso eu tendo a discordar. Um exemplo só: logo que o 2º CD do Franz Ferdinand saiu todo mundo tocava "Do You Want To". Uma noite resolvi tocar uma musica do mesmo disco, igualmente dançante, mas que não era single. Resultado? Ninguém conhecia, meu povo. E, infelizmente, as pessoas só tendem a se empolgar com o que elas conhecem. Aí vem, então, a arte de dar som: mesclar faixas mais conhecidas com outras mais obscuras e igualmente dançantes. Eu e o Luis costumamos apenas tocar rock de 90 pra cá, com algumas exceções, claro, e convido a todos para darem uma sacada nosso som na PLAY dessa sexta, 06/02.
Marcos Pinheiro, 4 de fevereiro de 2009
Toda esta discussão sobre criatividade, pesquisa musical e ousadia x mesmice das pistas é bastante pertinente e podia virar um debate prolífico em algum lugar a combinar. Que uma coisa fique clara: a intenção do post original não foi criticar especificamente se os DJs estão tocando só hits ou músicas para seu umbigo. Mas de reclamar que as festas em Brasília estão misturando mil estilos e deixando o rock (seja de que época ou estilo for) em segundo plano.
O Onipresente, 5 de fevereiro de 2009
Daniel, mas você botou uma música diferente do hit assim que saiu o disco. Aí eu concordo com vc. Nem todo mundo é tão ligado a ponto de conhecer todas as músicas logo após o lançamento. Falando nisso, eu estou curioso em saber qual é o hit do Tonight, rs. Eu não sei. Alguém sabe? Eu gosto bastante da Lucid Dreams, mas duvido que seja essa, hahahahaha. Bem, então pelo jeito a galera que quer variar é minoria, infelizmente. Porque quando o cara só manda hits, eu saio da pista. Não aguento. Acho que a solução é essa mesmo, e eu concordo. Mesclar as mais conhecidas com a menos conhecidas. Mas também não exagerar nos hits. Enche o saco. O meu já tá bem cheio. Por isso, só to indo nessa play por causa dos djs de fora. Falando nisso, Gabriel Thomaz vai tocar na do dia 13, né? Eu já o vi tocar uma vez e gostei bastante.
Rosiney georgina pereira, 15 de maio de 2009
eu odeio rock vcs que gostam são um bando de idiotas
Mendigo Bosss, 18 de maio de 2010
Eu Suo um dos rock
Matheus290, 12 de novembro de 2010
O que o Bob Marley faz nessa foto???